domingo, 31 de julho de 2011

Retorno das Férias...

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Novos diretores iniciam trabalho nesta segunda-feira


Solenidade de posse será realizada na segunda quinzena de agosto
A solenidade oficial de posse dos diretores de escolas da rede estadual eleitos pela comunidade escolar no dia 28 de junho será realizada em Goiânia na segunda quinzena de agosto. Mas os novos líderes já começam o trabalho nesta segunda-feira (1º), quando se iniciam as aulas do segundo semestre letivo.

"Os novos diretores serão nossos grandes parceiros na reforma educacional. Eles foram qualificados para o cargo e estão preparados para garantir a eficiência da escola e nos auxiliar na implantação das ações que vão elevar a qualidade do ensino oferecido na rede pública estadual", destaca o secretário Thiago Peixoto.

Para que tudo transcorra com tranqüilidade, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) orientou as 38 subsecretarias regionais a acompanharem o processo de transição da atual direção das unidades escolares para a nova direção eleita pela comunidade, o que deve ser concluído até o dia 5 de agosto.

O objetivo é garantir a continuidade pedagógica dos trabalhos, a preservação do patrimônio e a integração da comunidade escolar.

Transmissão – Os atuais diretores das escolas estaduais devem entregar a seus sucessores, até 5 de agosto, documentos referentes à escola, como a escritura do terreno e do prédio com registro em cartório; documentos da unidade escolar e dos estudantes organizados e em bom estado; lista de aparelhos de informática, eletroeletrônicos, patrimônio móvel, pedagógico, e de acervo bibliográfico; cópias do projeto político-pedagógico e regimento interno aprovados pela comunidade; cópia da modulação efetiva da escola e das prestações de contas de recursos recebidos, entre outros.
Fonte: 

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Portaria da Seduc regula ações de formação e capacitação


Objetivo é melhorar investimentos e reduzir gastos desnecessários
A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) determinou, por meio da portaria nº 4400/2011, que todas as ações de formação, treinamento e capacitação de cunho pedagógico devem ser definidas e previamente aprovadas pela Superintendência de Acompanhamento de Programas Institucionais (Sapi) e pelo Núcleo de Orientação Pedagógica (Nuop).

A determinação diz respeito ainda a ações que dependam da coordenação pedagógica das subsecretarias ou de seus tutores pedagógicos.

Agendamento – O secretário da Educação, Thiago Peixoto, já assinou também um ofício circular (nº 0023/2011) que determina que os agendamentos de eventos e reuniões referentes a essas ações de formação, treinamento e capacitação sejam feitos junto ao Departamento de Relações Públicas da Comunicação Setorial.

A medida tem como objetivo melhorar o investimento dos recursos destinados às atividades formadoras da Seduc, além de reduzir gastos desnecessários e evitar até mesmo o desgaste físico dos servidores das subsecretarias em constantes viagens à capital ou aos locais onde são realizadas as reuniões e eventos.

Fonte:  http://www.educacao.go.gov.br/imprensa/?Noticia=2863

domingo, 24 de julho de 2011

Impacto da tecnologia na educação ainda não pode ser medido, diz OCDE PUBLICIDADE DE SÃO PAULO

Relatório da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), divulgado no final de junho, compara dados de acesso às tecnologias da informação e comunicação, em casa ou na escola, com alguns dos resultados do Pisa, de 2009 (íntegra em inglês aqui).

Dos 70 que participam do Pisa ((Programa Internacional de Avaliação de Alunos), apenas alunos de 15 anos de 16 países foram analisados neste novo relatório.

Uma das principais conclusões a que se chegou é que ainda não se pode medir o impacto do acesso a computadores e internet em sala de aula a resultados acadêmicos mais positivos. Segundo afirma seus redatores, é preciso investigar a qualidade das atividades desenvolvidas durante o período escolar para poder chegar a alguma conclusão.

Por outro lado, de maneira surpreendente, o relatório afirma no entanto que o mesmo acesso em casa tem influência positiva nas habilidades de leitura em ambiente digital e nas competências de navegação. Como, nesse caso, as atividades estão em geral mais ligadas ao interesse particular dos alunos, é essa motivação diversa que, segundo os autores, deve se refletir de maneira diferente nos dados.

Inclusão digital

A média de acesso nos países que participam do Pisa aumentou nos últimos dez anos. Em 2000, a porcentagem de estudantes que tinha computadores em casa era de 72%; em 2009, 94%. Acesso à internet em casa saltou de 45% para 89% no mesmo período.

Mas a diferença de inclusão digital ainda persiste entre países. Enquanto os cidadãos da Holanda, Finlândia e Noruega têm acesso quase universal ao computador e à internet em casa, menos da metade dos estudantes mexicanos têm tal condição. Onze países membros têm acesso considerado baixo, sendo os piores o Quirguistão (14%) e Indonésia (8%).

O uso de tecnologias da informação nas escolas parece compensar a falta de acesso nas residências em países como Portugal, Itália, Polônia, Hungria, Grécia e Suiça.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Como avaliar o aprendizado dos alunos das escolas estaduais?


Nos próximos dias, educadores de toda a rede vão debater o assunto e formular propostas
Professores, coordenadores pedagógicos e gestores de escolas públicas estaduais estão às voltas com um debate importante e que pode resultar em grandes avanços no ensino que é oferecido pela rede e na aprendizagem dos alunos: a avaliação formativa. Será que os critérios utilizados atualmente para verificar a aprendizagem dos alunos são os melhores? Os aspectos sócio-afetivos devem resultar em nota para o aluno? Como fazer da avaliação um instrumento que estimule e auxilie o estudante a aprender mais?

Esses questionamentos estarão em pauta a partir deste início de agosto nos encontros de educadores nas subsecretarias regionais de educação. O Núcleo de Orientação Pedagógica da Secretaria de Estado da Educação, que coordena esse processo, quer receber propostas de todas as regionais e formatar um plano final de avaliação formativa para toda a rede, respeitando as especificidades de cada região. O assunto foi tratado na tarde da última quinta-feira durante reunião comandada pelo núcleo com os coordenadores pedagógicos das 38 subsecretarias. 

O principal objetivo, de acordo com os técnicos do Núcleo de Orientação Pedagógica, é instituir uma avaliação que seja contínua, reflexiva e dinâmica nas escolas estaduais, de forma a permitir que o aluno tenha oportunidade de aprender e ser avaliado de diferentes maneiras e, ainda, recuperar conteúdos e não apenas notas. Embora esse modelo de avaliação aliada à recuperação seja contemplado nos projetos político-pedagógicos das escolas, na prática, nem sempre isso acontece. 

Quando se avalia continuamente uma dificuldade do aluno em aprender ou do professor em ensinar, por exemplo, esta pode ser detectada imediatamente após a exposição de um conteúdo. Isso facilita recuperar o que o aluno não aprendeu sem maiores prejuízos para o seu aprendizado, o que é mais difícil em encerramento de bimestre. 

No seu caráter reflexivo, a avaliação formativa levará o professor a avaliar a si mesmo, a forma como ensina e os meios que utiliza para avaliar se o estudante aprendeu, para daí modificar e melhorar sua prática em sala de aula. 

Uma avaliação dinâmica leva em conta que cada pessoa aprende de um jeito - uns gostam mais de conteúdos expositivos, outros de pesquisas, outros de seminários e assim por diante. Da mesma forma, as avaliações devem possibilitar ao aluno manifestar o que aprendeu de diferentes formas, sem perder de vista a aprendizagem dos conteúdos. 

E os critérios de assiduidade, interesse, participação nas aulas e outros, de caráter sócio-cultural e afetivo, devem ser passíveis de avaliação? Alguns professores entendem que esses aspectos devem ser observados, mas, não resultar em notas. Outros acham que dar vistos em cadernos, considerar o comportamento do aluno para melhorar ou não a pontuação, entre outros pontos, serve para manter disciplina no decorrer do processo de ensino e aprendizagem. Mas, será que o professor precisa mesmo desses recursos? 

Debates iniciais com educadores de escolas da capital apontam para a necessidade de se ampliar os mecanismos de avaliação continuada nas escolas. Que os professores adotem várias maneiras de avaliar o aluno durante o ensino e que coloquem os resultados obtidos pelos estudantes numa planilha que pode ser modelo para todas as escolas. Cada avaliação, seja por trabalho em grupo, trabalho individual, seminário, prova oral, prova escrita e outras, teria valor 10,0 - os quais somados e ponderados gerariam uma média. 

De acordo com os técnicos do Núcleo de Orientação Pedagógica, é importante que todos os educadores da rede participem desta ampla discussão e contribua para enriquecer o debate, pois, assim, as escolas estaduais terão, seguramente, critérios e metodologias de avaliação formativa de qualidade e realmente exequíveis. Como deve ser, também, o aprendizado dos 600 mil alunos da rede estadual.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

EJA/SUPLETIVO


Inscrições para Exames de Educação de Jovens e Adultos começam no dia 10 de agosto

Provas serão em outubro e permitirão certificar candidatos de ensinos fundamental e médio
Interessados em obter certificados de conclusão dos ensinos fundamental e médio devem ficar atentos. O prazo para realizar as inscrições para os exames de Educação de Jovens e Adultos (EJA) começa a partir das 8 horas do dia 10 e termina às 23 horas e 59 minutos do dia 28 de agosto. Todo o procedimento será feito, exclusivamente, pela internet, por meio do endereço eletrônico www.supletivo.go.gov.br - que está em fase de atualização e estará disponível a partir do dia 10 próximo. O edital com mais detalhes sobre os exames também ficará visível, a partir do dia 20 de julho, no site www.educacao.go.gov.br. no link “Documentos Importantes”.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Estado e municípios selam parceria em prol da melhoria da qualidade da Educação


Em evento realizado em Goiânia, secretário Thiago Peixoto apresenta 3ª Avaliação Diagnóstica
Durante o encontro que reunião secretários municipais, coordenadores e tutores pedagógicos e subsecretários regionais de Educação, realizada nesta terça feira (12) no auditório “B” da Uni-Anhanguera, em Goiânia, o secretário de Estado da Educação, Thiago Peixoto, enfatizou que, na área educacional, a união entre Estado e municípios é fundamental. “Temos o mesmo objetivo, a mesma causa. Por isso, na Educação deve prevalecer o espírito de colaboração em prol da melhoria da qualidade do ensino”, destacou.

O secretário afirmou ainda que não se pode tratar os alunos da rede pública de forma separada. “O aluno que hoje está em uma escola municipal, amanhã terá que ir para uma estadual. Assim, temos que trabalhar de forma colaborativa. Juntos podemos melhorar nosso desempenho e a qualidade da educação que oferecemos”, lembrou.
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