sexta-feira, 6 de maio de 2011

MUDANÇAS NA REDE ESTADUAL

Professor: agente fundamental na reforma educacional de Goiás

Objetivo é valorizar regência de classe; laboratórios e bibliotecas permanecem abertos
A Secretaria de Estado da Educação, que neste momento trabalha nos principais eixos de uma ampla reforma educacional que será implementada a partir de julho em Goiás, iniciou neste semestre um processo de significativas mudanças na vida administrativa e pedagógica da rede estadual para reforçar a atividade fim das escolas públicas. Importante destacar que o professor é agente fundamental na reforma; ele liderará ações que, com certeza, terão impacto positivo na sala de aula.

Prestar um serviço educacional de qualidade demanda foco no aluno. O retorno dos professores que estavam em desvio de função à regência de classe é um fator que, além de fortalecer o projeto pedagógico das escolas, vem corrigir graves distorções na ocupação de funções administrativas em toda a rede.

Em grande parte das escolas públicas estaduais, professores com licenciatura, que fizeram concursos públicos para dar aulas em diferentes disciplinas, vinham desempenhando funções administrativas, burocráticas ou de monitorias em laboratórios de informática, ciências, letras e outros e em bibliotecas. Num processo de fortalecimento do projeto político pedagógico das escolas, tornou-se necessário corrigir estas distorções em caráter emergencial.

A manutenção dos professores em regência garante também a continuidade do processo de ensino e aprendizagem. Quando o professor concursado era deslocado para outras funções, a escola precisava, quase sempre, contratar temporariamente outros profissionais para ocuparem a regência de classe. Os contratos temporários duram um ano. Por isso, a cada ano letivo, o processo de ensino desses professores era interrompido, pois, exceto em alguns casos, a recontratação é impedida por lei.

Da mesma forma que procura devolver o papel de regente ao professor efetivo, a Secretaria da Educação acata as decisões do governo do Estado e orienta as subsecretarias a manter os limites das cotas previamente estabelecidas para os contratos temporários e reajustar as necessidades das escolas sob sua jurisdição aos recursos humanos disponíveis dentro do quadro efetivo e da cota estabelecida.

Também está sendo reestruturado o programa de inclusão na rede estadual. Estudantes com as mesmas necessidades de atenção deverão ser agrupados em turmas e turnos, para que os profissionais capacitados possam fazer o atendimento – sempre respeitando o tipo de necessidade de cada estudante.

Laboratórios e bibliotecas - O retorno do professor efetivo para a sala de aula, no entanto, não compromete o funcionamento dos demais espaços pedagógicos complementares das escolas. Os laboratórios e as bibliotecas precisam ser mantidos abertos e acessíveis a todos os estudantes e professores. Apenas não terão, neste momento, professores destacados exclusivamente para monitorar esses espaços. Um professor de ciências, por exemplo, em regência, quando necessário, deverá conduzir sua turma ao laboratório e complementar a aula ou empreender nova dinâmica a sua prática pedagógica. O mesmo deverá ocorrer com os laboratórios de informática, de línguas e outros e também com as bibliotecas.

Para dar suporte aos professores e aos estudantes nas bibliotecas e nos laboratórios as escolas devem observar se, antes, todas as disciplinas e turmas estão atendidas plenamente. Os professores que, porventura, não tenham ainda se qualificado para usar esses espaços pedagógicos complementares poderão receber a capacitação necessária.

Compatibilizando recursos - Além de corrigir essas distorções nas funções ocupadas por professores nas escolas da rede estadual, a Secretaria da Educação busca compatibilizar o número de trabalhadores de cada escola com o porte e o alcance do serviço prestado pelas unidades educacionais. A Secretaria, que vinha comprometendo mais de 90% dos recursos da educação com pagamento de pessoal, está avaliando cada unidade de acordo com a dimensão da comunidade beneficiada, redistribuindo os recursos humanos disponíveis, de forma a dar maior eficácia ao serviço educacional ali prestado. Esse processo está em curso a partir das 38 subsecretarias regionais de Educação.

Os diagnósticos feitos pelos técnicos do Núcleo de Reforma, Gestão e Resultados até agora mostram que muitas escolas têm mais servidores em funções administrativas do que professores em sala de aula, em outras há até mais trabalhadores que o necessário. O mapeamento detalhado da rede de escolas estaduais e de como estão distribuídos os professores efetivos e os contratos temporários em toda a rede permite identificar as distorções. 

Fonte:  http://www.see.go.gov.br/imprensa/?Noticia=2682

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Vamos trabalhar o dia das mães com o Porta Curtas??



» Não perca os destaques da semana!
Site Porta Curtas




Numa casa de praia, mãe, filha, o choque de gerações e os conflitos territoriais femininos.


Cartas da Mãe
Nesse Dia das Mães emocione-se com as mais belas cartas que um filho escreveu. Confira aqui o premiado documentário sobre o cartunista Henfil! Gênio maior do humor e do traço no Brasil!
» A mãe do irmão do Henfil

Ensaio
Tudo que você sempre quis dizer pra sua mãe mas nunca conseguiu... acredite, pode ser resumido neste curta!


O Moleque
Garoto pobre e negro, filho da melhor lavadeira da região, tem como único amigo de pescaria, Pedrinho. No entanto uma coisa o aborrece profundamente.
» Para todas as mães trabalhadoras do Brasil!


Ela me Entende
Um bebê dublado ajuda você a sacar se entende mesmo de crianças. Um minuto de pura fofura e mera mal criação!
» Só mamãe me entende!


Ligue as saídas de vídeo e áudio do micro na sua TV. Após conectar, configure a sua TV como sendo um segundo monitor do seu micro e opte pela resolução de 720x480 ou 640x480. Acesse o filme que deseja assistir no Porta Curtas, opte por tela cheia e divirta-se!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Educadores contestam artigo da "Veja"

Sob o título “Que bom que os Sindicatos de Trabalhadores da Educação preocupam os sacerdotes da privataria e seus braços ideológicos!”, vários educadores divulgaram texto com críticas ao artigo de Gustavo Ioschpe (“Hora de Peitar os Sindicatos de Professores”), veiculado no site da revista “Veja”.

Por Gaudêncio Frigotto, Zacarias Gama, Eveline Algebaile, Vânia Cardoso da Mota e Hélder Molina

Vários meios de comunicação utilizam-se de seu poder unilateral para realizar ataques truculentos a quem ousa contrariar seus interesses. O artigo de Gustavo Ioschpe, publicado na edição de 12 de abril de 2011 da Revista Veja (campeã disparada do pensamento ultraconservador no Brasil), não apenas confirma a opção deliberada da Revista em atuar como agência de desinformação – trafegando interesses privados mal disfarçados de interesse de todos –, como mostra o exercício dessa opção pela sua mais degradada face, cujo nível, deploravelmente baixo, começa pelo título – “hora de peitar os sindicatos”. Com a arrogância que o caracteriza como aprendiz de escriba, desde o início de seu texto, o autor considera patrulha ideológica qualquer discordância em relação às suas parvoíces.

Na década de 1960, Pier Paolo Pasolini escrevia que o fascismo arranhou a Itália, mas o monopólio da mídia a arruinou. Cinquenta anos depois, a história lhe deu inteira razão. O mesmo poderia ser dito a respeito das ditaduras e reiterados golpes que violentaram vidas, saquearam o Brasil, enquanto o monopólio privado da mídia o arruinava e o arruína. Com efeito, os barões da mídia, ao mesmo tempo em que esbravejam pela liberdade de imprensa, usam todo o seu poder para impedir qualquer medida de regulação que contrarie seus interesses, como no caso exemplar da sua oposição à regulamentação da profissão de jornalista. Os áulicos e acólitos dessa corte fazem-lhe coro.

O que trafega nessa grande mídia, no mais das vezes, são artigos de prepostos da privataria, cheios de clichês adornados de cientificismo para desqualificar, criminalizar e jogar a sociedade contra os movimentos sociais defensores dos direitos que lhes são usurpados, especialmente contra os sindicatos que, num contexto de relações de superexploração e intensificação do trabalho, lutam para resguardar minimamente os interesses dos trabalhadores.


Os artigos do senhor Gustavo Ioschpe costumam ser exemplos constrangedores dessa “vocação”. Os argumentos que utiliza no artigo recentemente publicado impressionam, seja pela tamanha tacanhez e analfabetismo cívico e social, seja pelo descomunal cinismo diante de uma categoria com os maiores índices de doenças provenientes da superintensificação das condições precárias de trabalho às quais se submete.


Um dos argumentos fundamentais de Ioschpe é explicitado na seguinte afirmação:

Cada vez mais a pesquisa demonstra que aquilo que é bom para o aluno na verdade faz com que o professor tenha que trabalhar mais, passar mais dever de casa, mais testes, ocupar de forma mais criativa o tempo de sala de aula, aprofundar-se no assunto que leciona. E aquilo que é bom para o professor – aulas mais curtas, maior salário, mais férias, maior estabilidade no emprego para montar seu plano de aula e faltar ao trabalho quando for necessário - é irrelevante ou até maléfico aos alunos.

A partir desse raciocínio de lógica formal, feito às canhas, tira duas conclusões bizarras. A primeira refere-se à atribuição do poder dos sindicatos ao seu suposto conflito de interesses com “a sociedade representada por seus filhos/alunos”: “É por haver esse potencial conflito de interesses entre a sociedade representada por seus filhos/alunos e os professores e funcionários da educação que o papel do sindicato vem ganhando importância e que os sindicatos são tão ativos (...)”.


A segunda, linearmente vinculada à anterior, tenta estabelecer a existência de uma nefasta influência dos sindicatos sobre o desempenho dos alunos. Nesse caso, apoia-se em pesquisa do alemão Ludger Wossmann, fazendo um empobrecido recorte das suas conclusões, de modo a lhe permitir afirmar que “naquelas escolas em que os sindicatos têm forte impacto na determinação do currículo os alunos têm desempenho significativamente pior”.

Os signatários deste breve texto analisam, há mais de dois anos, a agenda de trabalho de quarenta e duas entidades sindicais afiladas à Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e acompanham ou atuam como afiliados nas ações do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior - ANDES-SN. O que extraímos dessas agendas de ação dos sindicatos é, em tudo, contrário às delirantes e deletérias conclusões do articulista.

Em vez de citar pesquisas de segunda mão, para mostrar erudição e cientificidade em seu argumento, deveria apreender o que demanda uma análise efetivamente científica da realidade. Isso implicaria que de fato pesquisasse sobre a ação sindical docente e sobre os processos econômico-sociais e as políticas públicas com os quais se confronta e dialoga e, a partir dos quais, se constitui. Não imaginamos que um filho de banqueiros ignore que os bancos, os industriais, os latifundiários, a grande mídia têm suas federações ou organizações que fazem lobbies para ter as benesses do fundo público.


Um efetivo envolvimento com as pesquisas e com os processos sociais permitiria ao autor perceber onde se situam os verdadeiros antagonismos e “descobrir” que os sindicatos não se criaram puxando-se de um atoleiro pelos cabelos – à moda do Barão de Münchhausen –, autoinventando-se, muito menos confrontando-se com os alunos e seus pais.

As análises que não levam isso em conta, que se inventam puxando-se pelos cabelos a partir dos atoleiros dos próprios interesses, não conseguem apreender minimamente os sentidos dessa realidade e resultam na sequência constrangedora de banalidades e de afirmações levianas como as expostas por Ioschpe.

Uma das mais gritantes é relativa ao entendimento do autor sobre quem representa a sociedade no processo educativo. É forçoso lembrar ao douto analista que os professores, a direção da escola e os sindicatos também pertencem à sociedade e não são filhos de banqueiros nem se locupletam com vantagens provenientes dos donos do poder.

Ademais, valeria ao articulista inscrever-se num curso de história social, política e econômica para aprender uma elementar lição: o sindicato faz parte do que define a legalidade formal de uma sociedade capitalista, mas o ultraconservadorismo da revista na qual escreve e com a qual se identifica já não o reconhece, em tempos de vingança do capital contra os trabalhadores.

Cabe ressaltar que todos os trocadilhos e as afirmações enfáticas produzidos pelo articulista não conseguem encobrir os interesses privados que defende e que afetam destrutivamente o sentido e o direito da população à educação básica pública, universal, gratuita, laica e unitária.

Ao contrário do que afirma a respeito da influência dos sindicatos nos currículos, o que está mediocrizando a educação básica pública é a ingerência de institutos privados, bancos e financistas do agronegócio, que infestam os conteúdos escolares com cartilhas que empobrecem o processo de formação humana, impregnando-o com o discurso único do mercado – o da educação de empreendedores. E que, muitas vezes, com a anuência de grande parte das administrações públicas, retiram do professor a autoridade e a autonomia sobre o que ensinar e como ensinar dentro do projeto pedagógico que, por direito, eles constroem, coletivamente, a partir de sua realidade.

O que o Sr. Ioschpe não mostra, descaradamente, é que esses institutos privados não buscam a educação pública de qualidade e nem atender o interesse dos pais e alunos, mas lucrar com a venda de pacotes de ensino, de metodologias pasteurizadas e de assessorias.

Por fim, é de um cinismo e desfaçatez vergonhosa a caricatura que o articulista faz da luta docente por condições de trabalho e salário dignos. Caberia perguntar se o douto senhor estaria tranquilo com um salário-base de R$ 1.487,97, por quarenta horas semanais, para lecionar em até 10 turmas de cinquenta jovens. O desafio é: em vez de “peitar os sindicatos”, convide a sua turma para trabalhar 40 horas e acumular essa “fortuna” de salário básico. Ou, se preferir fazer um pouco mais, trabalhar em três turnos e em escolas diferentes. Provavelmente, esse piso para os docentes tem um valor bem menor que o que recebe o articulista para desqualificar e criminalizar, irresponsavelmente, uma instituição social que representa a maior parcela de trabalhadores no mundo.

Mas a preocupação do articulista e da revista que o acolhe pode ir aumentando, porque, quando o cinismo e a desfaçatez vão além da conta, ajudam aqueles que ainda não estão sindicalizados a entender que devem fazê-lo o mais rápido possível.

Gaudêncio Frigotto, Zacarias Gama e Eveline Algebaile são professores do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Formação Humana da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PPFH/UERJ).

Vânia Cardoso da Mota é Professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Colaboradora do PPFH/UERJ.

Hélder Molina é educador, assessor sindical e doutorando do PPFH/UERJ.

FONTE: http://carosamigos.terra.com.br/index/index.php/correio-caros-amigos/1604-que-bom-que-os-sindicatos-de-trabalhadores-da-educacao-preocupam-os-sacerdotes-da-privataria-e-seus-bracos-ideologicos#addcomments

Postado por Marcos César de Oliveira Pinheiro

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Feliz Páscoa!!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Pesquisa avalia como graduado se situa no mercado de trabalho

Teve início na sexta-feira, dia 1°, estudo inédito destinado a identificar como os formados na educação superior estão situados no mercado de trabalho. A pesquisa sobre emprego e empregabilidade, sob responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), será feita com os participantes das edições de 2005 e 2008 do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). Eles receberão questionário, enviado por mensagem eletrônica, e terão prazo até o dia 29 para informar, entre outras coisas, como o currículo acadêmico ajudou na formação profissional.

O formulário, composto de 16 questões, leva em média cinco minutos para ser respondido. Duas das perguntas, subjetivas, permitirão ao graduado sugerir melhorias no curso em que se formou. O concluinte que não receber a pesquisa poderá respondê-la na página eletrônica do Inep.

A iniciativa integra o estudo qualitativo do segundo ciclo de aferição do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) de 2005 e 2008. Os resultados devem ser divulgados no segundo semestre. As informações do primeiro ciclo de avaliação, referente a 2004 e 2007, estarão disponíveis em breve no site do Inep.





Fonte: http://co106w.col106.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox&wa=wsignin1.0

Ministro reafirma compromisso com investimento na expansão

O ministro da Educação, Fernando Haddad, reafirmou o compromisso com a continuidade da expansão da educação profissional no Brasil. “Da mesma forma que ampliamos o acesso à educação superior, com programas como Reuni, ProUni e Fies, temos de fazer o mesmo com a educação profissional”, disse o ministro, durante reunião com integrantes do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), em Brasília, no último dia 1º de abril.

Para alcançar esse objetivo, segundo Haddad, é preciso investir ainda mais na expansão dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia e em ações como o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec), ainda em fase de elaboração. Haddad citou, também, a articulação do governo federal com as entidades que compõem o sistema S, como Sesi, Senai, Sesc e Senac.

“O alinhamento de esforços permite criar um sistema articulado de educação”, ressaltou. Na visão do ministro, a rede de educação profissional é vista como prioridade nacional, tanto pelo governo federal quanto por estados e municípios.


Fonte: http://co106w.col106.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox&wa=wsignin1.0

terça-feira, 5 de abril de 2011

ESPECIALIZAÇÃO Arteduca: Arte, Educação e Tecnologias Contemporâneas – 6a ediçãO

PRÉ-INSCRIÇÕES ABERTAS

Estão abertas as pré-inscrições para o curso de pós-graduação lato sensu Arteduca: Arte, educação e Tecnologias Contemporâneas,  oferecido pelo Programa de Pós-graduação em Arte do Departamento de Artes Visuais do Instituto de Artes - Universidade de Brasília, por meio do Grupo Arteduca.

Trata-se de um curso on-line que objetiva promover formação de professores e profissionais da educação, de qualquer área de conhecimento, para o planejamento e implementação de projetos de aprendizagem relacionados com a arte e a cultura, buscando viabilizar a sistematização de uma metodologia de trabalho interdisciplinar a ser aplicada no contexto escolar.

Os estudos e as práticas são realizados a distância, fundamentados em trabalhos colaborativos e na articulação das atividades  com a prática profissional dos próprios professores/estudantes matriculados no curso.

As atividades serão desenvolvidas no Ambiente Virtual de Aprendizagem do Grupo Arteduca (AVA/Arteduca), baseados na plataforma MOODLE - http://www.arteduca.unb.br/ava/ .

As pré-inscrições (para levantamento de demanda) são feitas pela Internet em http://www.arteduca.unb.br/inscricoes/arteduca-2011, onde poderão ser encontradas mais informações sobre o curso.